História » Eternit » A Marca da Coruja

História


No fim dos anos 1930, com a indústria do fibrocimento consolidada na Europa, teve início um movimento de expansão destas companhias para outros continentes, especialmente em locais com potenciais reservas de amianto.

No Brasil, em 1939, é fundada a S. A. Mineração de Amianto (SAMA), que obtém autorização do governo para explorar a Mina de São Félix, no município de Poções – BA.

No mesmo dia da obtenção da autorização para explorar a mina, a SAMA é comprada pela S.A. Brasilit, que pertencia ao grupo francês Compagnie Pont-à-Mousson.

Em 1940, foi constituída a ETERNIT DO BRASIL CIMENTO AMIANTO S.A, em uma parceria entre o dono da Eternit suíça com participação da Eternit belga.

A empresa construiu sua primeira fábrica em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, e deu início à produção de fibrocimento em agosto de 1941.

 

Em 1948, a companhia é registrada na Bolsa de Valores de São Paulo, e já no ano seguinte inaugura sua fábrica na cidade do Rio de Janeiro. Durante os primeiros anos, os produtos eram vendidos diretamente nas fábricas e através de pequenos caminhões e até carroças.

Durante as décadas de 50 e 60, com a expansão do mercado brasileiro de construção civil, a Eternit passou a trabalhar com redes de distribuidores, com a abertura de filiais de vendas e aumentou sua linha de produtos, que incluía telhas, caixas-d'água, tubos, chapas lisas, dentre outros.

Em 1967, a empresa funda a Eternit Bahiana, na cidade de Simões Filho – BA, para suprir a demanda por seus produtos na região Nordeste. No mesmo ano, a Eternit se torna sócia da Brasilit na mineradora SAMA, e são iniciadas as atividades na Mina de Cana Brava, na cidade de Minaçu – GO. Ao mesmo tempo, a exploração da Mina de São Félix é encerrada devido ao esgotamento das reservas.

Com o crescimento de Brasília e a expansão do país rumo ao Centro Oeste, a Eternit fundou, em 1971, a fábrica de Goiânia, sendo pioneira na atividade industrial da cidade, com 200 empregados. No ano seguinte, visando atender a região Sul do Brasil, a quinta unidade da Eternit foi fundada na cidade de Colombo – PR, que chegou a operar com cerca de 2.000 colaboradores.

Em 1972, a Wagner S.A. inaugurou uma planta industrial em Manaus, e, em 1973, buscando a diversificação de sua linha de produtos, a Wagner passou a produzir o Painel Wagner Wall, voltado para o conceito de Construção Seca através de sistemas construtivos. No ano de 1980, a Wagner S.A. foi incorporada pela Eternit, que passou a comercializar seus produtos.

Criada em 1980 para simbolizar a marca Eternit, a coruja foi escolhida por representar sabedoria e atenção. A sabedoria de quem reconhece um produto de qualidade e a atenção que a companhia dá aos seus clientes, colaboradores, fornecedores, acionistas e demais partes interessadas. O mercado sempre reconheceu a Eternit pela alta qualidade de seus produtos e também pelos diferenciados serviços prestados aos clientes, como a assistência técnica, e a coruja personaliza estas características da companhia, pois desde a mitologia grega, é tido como "bicho que sabe". A coruja representa uma companhia sempre atenta às mudanças do mercado.

Em 1992, foi iniciada a joint venture Eterbrás Tecnologia Industrial, com 55% de participação da Brasilit e 45% da Eternit. Nesse ano, a Eternit adquiriu 50% da Precon Goiás, que em 1995 foi integralmente absorvida pela companhia. Em 1997, a Eternit adquire 100% da SAMA, que passa a ter a razão social SAMA Mineração de Amianto Ltda.

 

Compartilhe


Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Vamos supor que você está bem com isso, mas pode optar por rejeitar, se desejar.
Ler mais
Política de Privacidade e Cookies