| Principais Notícias | Home > Sala de Imprensa > Principais Notícias |
|
- Esclarecimentos Sobre a Questão do Amianto
|
|
A Eternit S. A. (BM&FBOVESPA: ETER3; OTC: ETNTY), com 70 anos de atividade e líder de mercado nos segmentos de cobertura, painéis e placas cimentícias informa ao mercado em geral que diante das notícias veiculadas na mídia nos últimos dias, a exemplo da reportagem do O Estado de São Paulo, de 26/06/10 com o título: "Relatório pede o banimento de todo tipo de Amianto", a Eternit esclarece que o relatório intitulado "Dossiê do amianto no Brasil", de autoria do Deputado Federal Edson Duarte (PV-BA), Relator do Grupo Técnico da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, não tem força de lei (é apenas uma recomendação) e não representa a realidade da Cadeia Produtiva do Amianto Crisotila no Brasil. O referido relatório peca pela "parcialidade", é altamente tendencioso e está em linha com os interesses da única empresa estrangeira do setor que atua no país, que por exigência da sua matriz, na França, substituiu o amianto. A Companhia espera que os senhores Deputados que compõem a referida Comissão, usando de bom senso e se pautando na realidade não aprovem o relatório pelos seguintes motivos: a) O Deputado Edson Duarte (PV) antes de assumir a relatoria do Grupo Técnico, já havia apresentado projeto restritivo ao amianto no Brasil, portanto, sua posição já estava previamente colocada. b) Como Relator do Grupo Técnico, trabalhou praticamente sozinho, em companhia de seu assessor especial durante as visitas e nas entrevistas realizadas. c) Todas as conquistas da Cadeia Produtiva brasileira do fibrocimento, na prática do uso seguro do amianto crisotila, que colocaram o Brasil como referência mundial, foram ignoradas no relatório. Vale ressaltar que nenhum trabalhador admitido no setor após o início da década de 80, apresenta disfunção respiratória em razão do amianto. Também, não há registro no Brasil, nem mesmo junto a OMC - Organização Mundial de Saúde, de que a população brasileira tenha contraído qualquer doença relacionada ao uso dos produtos de fibrocimento, como telhas e caixas d'água. Vale lembrar que já se passaram 70 anos e mais de 24 milhões de moradias utilizam tais produtos. d) Pesquisa aprovada pelo CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Ministério da Ciência e Tecnologia) em andamento no Brasil envolvendo renomados médicos brasileiros e estrangeiros, abrangendo trabalhadores da mina brasileira e população que utiliza telhas de fibrocimento contendo amianto, em fase de conclusão, foi ignorada pelo relator. e) Relatório da Fundação Getúlio Vargas, mostrando a importância dos produtos de fibrocimento e as consequências da sua proibição para o Brasil, igualmente foi ignorado. f) Manifesto de várias entidades de trabalhadores brasileiros, enviado a ALESP -Assembleia Legislativa de São Paulo e ao Governo do Estado de São Paulo, motivou o Projeto de Lei nº. 917/09 com o objetivo de rever a proibição do amianto no Estado, está pronto para ser votado conforme site da ALESP. g) Os produtos de fibrocimento com amianto crisotila não representam riscos à saúde; o Brasil utiliza mais de 250 milhões de m2 de telhas/amianto por ano, principalmente por parte das famílias de baixa renda. Portanto, a proibição poderá gerar desabastecimento por dificuldades técnicas, elevação dos custos de produção e dependência do Brasil por matérias-primas estrangeiras, cujo produto final tem qualidade duvidosa. h) Em workshop da OMC – Organização Mundial da Saúde realizado em novembro/2005 na cidade de Lyon – França, sobre mecanismos de carcinogenicidade das fibras sintéticas e avaliação de substitutos para o amianto, concluiu-se que as fibras sintéticas, em particular as de polipropileno, são respiráveis e altamente biopersistentes, cujo risco à saúde humana foi considerado indeterminado por falta de estudos conclusivos. É importante destacar que a Associação Brasileira das Indústrias e Distribuidores de Produtos de Fibrocimento (ABIFIBRO), mencionada na reportagem, representa apenas a indústria de fibrocimento sem amianto no país, ou seja, a Brasilit do Grupo Francês Saint Gobain – que operou entre 1940 e 1967 – a mina desativada em Poções (Bahia) mencionada no relatório. As demais empresas, dez (10) no total, continuam operando com crisotila da mina brasileira, em Minaçu-Goiás e são representadas pelo IBC – Instituto Brasileiro do Crisotila. Dentre os 4 estados brasileiros que proibiram o amianto, vale destacar que em três (3) estão instaladas fábricas da Brasilit / Saint Gobain. O Grupo Eternit já recebeu mais de 37.000 visitas em suas unidades e reforça o convite a toda sociedade brasileira a participar do seu Programa Portas Abertas, pois diante da disputa de mercado e guerra de informação que se instalou no país, o Grupo Eternit optou pela transparência. Élio A. Martins Presidente e Diretor de Relações com Investidores |
ACESSO AS FERRAMENTAS
© Eternit S.A. 2003 - 2012 © Sistema: Servidor Construnet 1995 - 2012 © Design: DigiPronto