Amianto fora da lista vermelha de Roterdã
Prevaleceu o bom senso, e um dos principais temas da III Conferência das Partes da Convenção de Roterdã, realizada no final do mês passado em Genebra, na Suíça, que propunha a inclusão do amianto branco (chysotile) – representa 94% do consumo global de amianto – na lista das substâncias perigosas para a saúde e o meio ambiente saiu derrotado. É uma decisão merecedora de especial análise pela importância do evento, que reuniu representantes de mais de 120 países de todos os continentes.
Com base nos resultados dessa convenção, que é responsável pela regulamentação da importação e exportação de produtos químicos e pesticidas perigosos, no mercado internacional, o Brasil – quarto maior produtor mundial de amianto crisotila – poderá continuar comercializando normalmente o produto sem nenhuma restrição internacional. O crisotila, aliás, foi o único de um grupo de 15 produtos que ficou fora de uma nova lista de alerta da Convenção de Roterdã.
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